Por Quê o Cérebro Prefere o Impresso?

 

Um artigo publicado na revista Scientific American apoia claramente o que já sabemos: a maioria das pessoas entende e lembra melhor um texto quando leem em papel, em vez de um dispositivo eletrônico. De acordo com o artigo, a popularização dos tablets está contribuindo também com a leitura em papel.

Desde os anos 1980, houve mais de 100 estudos comparativos nos Estados Unidos, Reino Unido, Taiwan, Suécia, Noruega, França e Japão para explorar as diferenças de como as pessoas leem e compreendem em papel versus telas.

Enquanto a tecnologia continua a evoluir, ela ainda não atingiu o nível de compreensão dos tradicionais meios impressos. O que aprendemos através destes estudos é que os leitores preferem o papel real sobre o seu homólogo eletrônico, para alcançar altos níveis de compreensão e entendimento.

No artigo, os pesquisadores concordam que a leitura em tela dificulta a compreensão porque é mais cansativa mentalmente e fisicamente que a leitura em papel. Em um livro de papel, a impressão reflete a luz ambiente, mas em telas de computadores, smartphones e tablets, a luz própria brilha diretamente no rosto das pessoas. Leitura prolongada em telas brilhantes e auto-iluminado podem causar fadiga ocular, dores de cabeça e visão turva. Em um experimento realizado por Erick Wastlund, na Universidade de Karlstad, na Suécia, as pessoas que participaram de um teste de compreensão de leitura em um computador relataram níveis mais elevados de stress e de cansaço do que no papel.

Embora existam, obviamente, várias vantagens de usar a tecnologia digital, por ser capaz de acessar uma grande quantidade de informações a qualquer momento a partir de um dispositivo ou ser capaz de viajar convenientemente com números de diferentes recursos em um único local digital, o papel ainda é mais propício para a aprendizagem.

Outro ponto levantado na pesquisa é que os leitores que utilizam dispositivos digitais não conseguem recriar certas experiências sensitivas, de manusear as páginas de um livro em papel.

O gráfico abaixo ajuda a entender pontos interessantes do papel contra o pixel. O papel não tem apenas características ambientais inerentes, como alta capacidade de reciclagem, armazenamento de carbono, e uma matéria-prima renovável (madeira, reciclados e fibras alternativas), ela também preenche um papel social fundamental, ajudando os leitores a criarem a sua própria experiência através de aprendizagem e hábitos de estudo ou se envolvendo pessoalmente em uma obra de ficção. É menos perturbador e permite que o leitor concentre-se sobre o texto. A ausência de dispersão leva a uma maior compreensão do assunto e por sua vez cria uma experiência inesquecível.

 

Fonte: Scientific American, edição 309, págs. 48 a 53, novembro/2013 - “Why the Brain Prefers Paper” - by Ferris Jabr.

 

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