Exposição “Menas: o certo do errado, o errado do certo”

Abril, 2009

Até o dia 27 de junho, está em cartaz a exposição “Menas: o certo do errado, o errado do certo”, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Com o objetivo de salientar o papel educador do museu, desde março, a mostra faz uma paródia dos erros mais comuns da língua cometidos durante a fala por pessoas de toda parte do Brasil.

Organizada pelos curadores Ataliba de Castilho e Educardo Calbucci, a exposição possui 7 instalações que ocupam 450 m². Para eles, a palavra “menas” está na fronteira em tudo o que não vale e o vale-tudo, sendo a provocação a proposta principal.

Para o diretor do Museu da Língua Portuguesa, Antonio Carlos de Moraes Sartini, a “Menas” aproximará ainda mais o museu do seu público, já que trará questões presentes no nosso dia a dia.

A exposição já começa antes da bilheteria do Museu, na gare da Estação da Luz. Com o título de “Portas Abertas”, estão espalhados 30 banners com diversas frases contendo erros ortográficos registrados no português popularmente falado no Brasil.

Em seguida, os visitantes são levados ao “Óculos”, instalação em que há um jogo de espelhos que sugere uma grande bagunça. O público é levado a perder os juízos prévios sobre os erros da linguagem para poder aproveitar melhor as próximas fases da mostra.

Já o “Jogo do certo e do errado” utiliza nove telas de computador touch screen, em que os participantes podem participar de um quiz com 15 perguntas em cada tela.

Na última parte estão as “Janelas abertas”. Um corredor estreito com índices de ruas e o linguajar praticado em cada uma delas.

Para conferir detalhes de todas as instalações, acesse o site oficial da “Menas”.

Serviço

“Menas: o certo do errado, o errado do certo”
Local: Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº, Centro
Data: Até o dia 27 de junho
Telefone: (11) 3326-0775
www.museudalinguaportuguesa.org.br
Ingresso: R$ 6,00 (pagamento somente em dinheiro)
Estudantes com carteira de estudante do ano e documento de identidade pagam meia-entrada. Crianças com até 10 anos e idosos a partir de 60 anos não pagam ingresso, bem como professores da rede pública.


Fonte: Release da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo


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